quarta-feira, 19 de agosto de 2015

5S – A organização do local de trabalho



Veja como um simples e eficiente método criado pelos japoneses para reconstruir seu país devastado pela guerra pode fazer a diferença no seu local de trabalho.


 
Maio de 1950. Em um Japão sendo reconstruído após a completa destruição causada pela Segunda Guerra Mundial, as indústrias locais necessitavam de algo que as permitisse colocar no mercado produtos com preço e qualidade competitivos o suficiente para brigar nos mercados da Europa e Estados Unidos. Com essa idéia em mente, o engenheiro químico Kaoru Ishikawa criou o programa 5S, com o objetivo de possibilitar um ambiente de trabalho adequado para uma maior produtividade.

Após o sucesso do método, responsável por transformar o país em uma grande potência econômica, o Japão passou a ser alvo de pesquisas por organizações estrangeiras, com o intuito de conhecer as ferramentas gerenciais utilizadas para justificar tamanho ganho de produtividade. Desta forma, o 5S foi ocidentalizado, e suas técnicas foram difundidas e aplicadas em diversas empresas de manufatura, tendo sempre como finalidade a melhoria do ambiente de trabalho.

O programa 5S tem como base a prática milenar de princípios e fundamentos educacionais que os pais ensinam a seus filhos, e que os acompanham até a fase adulta, recebendo esta denominação como uma referência à letra inicial dos cinco princípios adotados: Seiri, Seiton, Seiso, Seiketsu e Shitsuke.

Seiri – senso de utilização: verifique o que é realmente necessário no seu ambiente de trabalho (ferramentas, materiais, papéis...). O que não está sendo usado deve ser guardado ou descartado. Este processo diminui os obstáculos à produtividade no trabalho.

Seiton – senso de ordenação: envolve a necessidade de um espaço organizado (arquivo de documentos, quadro de ferramentas, etc). Disponha os materiais que utiliza no serviço de maneira a melhorar o fluxo de trabalho, eliminando movimentos desnecessários.

Seiso – senso de limpeza: a limpeza é uma necessidade básica de qualquer ambiente. Comumente, em escritórios, existe uma equipe para realizar esta limpeza. Contudo, podemos ajudar jogando o lixo fora, por exemplo.

Seiketsu – senso de saúde: além do ambiente de trabalho, o asseio pessoal também merece atenção. O seiketsu visa a melhoria da qualidade de vida, criando condições que favoreçam a saúde física, mental e emocional. Trabalhe a sua auto-estima, administre problemas e conflitos emocionais, expulse os maus sentimentos e tenha empatia. Além disso, deve-se estar atento ao bem-estar coletivo, mantendo um bom clima organizacional e zelando pela qualidade das relações de trabalho.

Shitsuke – senso de auto-disciplina: a última etapa do programa refere-se ao compromisso pessoal com o cumprimento dos padrões éticos, morais e técnicos, definidos pelos quatro princípios anteriores. Se o shitsuke está sendo executado, significa que todas as etapas do 5S estão se consolidando.



Fonte: Cristian Both

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Inspire-se! Decore sua recepção.


Sempre que vamos a um escritório ou consultório, são raras as ocasiões em que nos deparamos com um ambiente agradável e bem resolvido. Na maioria dos casos são espaços mal aproveitados e muito claustrofóbicos. Ficamos contentes que vários profissionais estejam se empenhando para melhorar seu ambiente de trabalho e causar uma boa impressão em seus clientes. 


Mesmo que sua clientela permaneça pouco tempo na recepção, é importante que o ambiente cause um impacto positivo. Ter um escritório bacana passa credibilidade e profissionalismo à potenciais clientes.

Se seu ambiente for pequeno, não aperte a passagem com móveis pesados e de grande proporção. O ideal para essa pequena recepção são duas poltronas, separadas por uma discreta mesa de centro.



Recomendo duas pequenas (porém confortáveis) poltronas com braço. Por exemplo, um escritório de advocacia é um local de trabalho sóbrio e não deve ter móveis descolados. Isso não quer dizer que um bom design deva ser descartado. Duas poltronas em courino preto ficariam muito bem. No meio delas, uma mesa baixa cumpre a função de aparador para xícaras de café e copos d´água. Por que não um cubo branco com lado de 55 cm?


Para o canto ao lado do balcão, a sugestão é pôr uma planta de espécie exuberante e alta em um cachepô feito de retalhos, discreto, de cor neutra, que não lembre um ambiente doméstico. 



(Cachepô de retalhos - Dhauss Móveis)

Também recomendamos substituir tapetes e quadros antigos por peças mais sóbrias e atuais. Móveis e decoração que lembrem uma sala de estar doméstica não combina com a imagem de um escritório corporativo. O melhor seria trocá-lo por tapete de lã ou viscose em tons bege ou cinza. No caso do quadro, a obra poderia ser substituída por uma que ocupe mais espaço na parede.




Texto adaptado - Fonte: http://mulher.uol.com.br






terça-feira, 28 de abril de 2015

Estamos de cara nova, mas a essência ainda é a mesma!

A renovação da marca da Dhauss faz parte das novas estratégias da empresa, e de seu novo posicionamento no mercado, focado em produtos na linha de móveis corporativos. O novo conceito pode ser visualizado nos canais virtuais de nossa empresa, como site, Facebook e Linkedin; e em breve nas mídias impressas e visuais da região.

Todo o conceito criativo foi desenvolvido pela UnionCom Publicidade, de Campo Bom, com base nas tendências de flat design, macro imagens e tipografia moderna. A renovação da marca também foi notícia no Jornal NH de domingo, dia 26 de abril, no caderno Papo de Mercado.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Espaço de menos, charme de sobra

Imóveis cada vez menores desafiam a criatividade


Entre as mudanças de padrões ocorridas no mercado imobiliário, nos últimos anos, a mais significativa tem sido a diminuição nos tamanhos dos imóveis, que gera às famílias o grande desafio de distribuir móveis e objetos necessários ao bom andamento da rotina doméstica em pequenos espaços.
Uma decoração bem planejada pode ajudar ou atrapalhar este objetivo, de acordo com o arquiteto Mateus José, 27 anos. “Atualmente é necessário montar um ambiente que não só seja confortável, mas também funcional”, explica.
Segundo o arquiteto, antes mesmo de comprar os móveis e objetos de decoração, é importante pensar na circulação adequada que um ambiente deve ter. Grandes tamanhos de camas e exagerados pedidos de armários não deixam espaço para as circulações laterais, tão importantes para quando levantamos durante a noite.
“Quem nunca tropeçou em um ambiente apertado ou quase deixou o dedinho do pé na base de um móvel? É isso que precisamos evitar na hora de planejar um ambiente”, alerta.
Já para o arquiteto e urbanista Valter Felix, é imprescindível aproveitar ao máximo cada espaço disponível. Para ele, o importante é adquirir móveis e objetos que se encaixem no ambiente, ao invés de tentar adequar o cômodo aos móveis que se deseja comprar.
Entretanto, se o morador já possui objetos de outros ambientes que queira utilizar na decoração, Valter recomenda aproveitar ao máximo a área vertical do espaço, acomodando itens de decoração em prateleiras, nichos e armários altos.
Multifuncionais
Atualmente, existe uma diversidade de móveis com mais de uma função no mercado - bancos que viram mesas, camas com nichos, mesinhas de centro que escondem gaveteiros e baús, que, por sua vez, viram pufs.
“Mas não se esqueça de que ele tem que, antes de tudo, ser fácil de usar. A partir do momento em que o móvel atrapalha a funcionalidade do cotidiano do morador, ele perde seu sentido”, alerta Valter. 
Fonte: http://www.jornalacidade.com.br/lazerecultura